Membro Efetivo
|
|||
|
O PATRONO |
|||
|
|
|||
|
Filho
de Manoel Antunes da Silveira Barros e de Maria Emília de Souza Barros,
nasceu na cidade de Macau, RN, em 30 de abril de 1909. Residiu em Macau
até os 17 anos, deixando em 1928 a terra natal, rumo ao Rio de Janeiro.
Em 1930, desempregado, em decorrência da Revolução, lançou mão do
violão, logo entrando para o conjunto “Bando dos Tangarás”,
dirigido por Almirante, e do qual fazia parte o famoso Noel Rosa.
Permaneceu no conjunto até 1932, quando decidiu tomar novos rumos na
vida. Veio
para Bauru em 1933; trabalhou na antiga Caixa de Aposentadoria, atual
INSS, onde se aposentou em fins de 1969. Escreveu para vários jornais e
revistas locais, tendo a oportunidade de lançar quatro livros: Primeiros
poemas (1936); Vitrine
iluminada (1937), Um olhar
dentro da vida (1940) e Trovas
da vida (1989). Foi
Delegado da União Brasileira de Trovadores em Bauru durante vinte anos. Era
“Magnífico Trovador” em lirismo, título máximo conferido pela
Trova nos Jogos Florais de Nova Friburgo, RJ. Teve seu nome incluído
entre os destaques de 1985, pelo projeto PODIUM, da Delegacia Regional
da Cultura de Bauru, e recebeu o título de Cidadão Bauruense em
28.11.1986. Durante
muitos anos colaborou na coluna “Alta Tensão”, do jornalista Nílson
Costa, Jornal da Cidade de
Bauru, com o pseudônimo de “Pintado”, transformando em trovas
acontecimentos políticos, sociais e humanos, com humor, sátira e
lirismo. Assim
se expressou o Acadêmico Nílson Costa, enaltecendo a figura de seu
patrono, em 23.03.1996, por ocasião de sua posse na Academia Bauruense
de Letras: “...
Quisera eu, na condição de seu discípulo e admirador, poder influir
junto a Deus, para que a trajetória de Helvécio transcorresse a passo
bem lento, permitindo-lhe assistir ao nascimento do ano 2000. Imagino
quantas trovas geniais o evento proporcionaria a ele”. Faleceu
em 27.09.1995, mas permanece vivo na memória daqueles que o consideram
Mestre na arte de “trovar”.
|
|||
| << voltar |