Membro Efetivo
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Isolina Bresolin Vianna |
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Cadeira - 12 |
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Patrono: Semíramis Mourão de Almeida |
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A ACADÊMICA |
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Isolina Bresolin Vianna, cadeira 12. Professora e doutora em letras pela
Universidade do Sagrado Coração, de Bauru, por delegação da
Universidade de São Paulo. Autora dos livros: O
Seqüestro, romance espiritualista, editado pele Editora O Clarim; O menino que não morreu, paradidático infanto-juvenil, também
espiritualista, publicado pela editora O Clarim. Tradutora do livro Os
mais belos contos de Natal, publicado pela Editora Vozes, que
congrega os contos escolhidos pelos acadêmicos da Academia Francesa de
Letras e cuja tradução lhe valeu os direitos autorais exclusivos em Língua
Portuguesa do mesmo. Classificada entre os vinte melhores contistas de São
Paulo, em concurso ao qual concorreram mais de trezentos participantes,
conforme publicação no livro V Concurso de Contos Paulistas. Em julho
de 1997, lançado em São Paulo pela Editora Sêfer, o livro Masmorras
da Inquisição (Memórias de António José da Silva, O Judeu) e em
setembro do mesmo ano, lançamento em Bauru em parceria da Editora Sêfer
com a Academia Bauruense de Letras. Em março de 1998, lançado Outras
Vidas (Ed. Clarim), livro que foi solicitado, com O
seqüestro, para o Congresso Mundial do Espiritismo, em Lisboa.
Participou no livro publicado pela rede de farmácias Droga-raia,
intitulado Páginas da Vida,
por escolha dos editores. Artigos publicados: O
Realismo Fantástico em Obras do Diabinho da Mão Furada, A Literatura
Portuguesa no Brasil e centenas de cartas publicadas na coluna
intitulada “Tribuna do Leitor”, do Jornal
da Cidade, órgão da Imprensa Bauruense e algumas publicadas no
“Painel do leitor”, da Folha de São Paulo, principal órgão da
Imprensa de São Paulo. Jornalista inscrita na Associação Paulista de
Imprensa sob o nº 1333, por iniciativa da própria associação.
Professora titular da Cadeira de Língua Portuguesa na Faculdade de Ciências
com habilitação em Matemática, da UNIP (Universidade de São Paulo) e
pesquisadora da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UNIP, preparando a
obra A dramaturgia de António José
da Silva, o Judeu, do sec. XVIII à sua recepção em nossos dias.
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